Sim. Eu tenho uma fé imensa no amor de Deus.
Sim. Eu sou daquelas que todos os dias acordam e agradecem pela vida.
Que abrem os olhos com cuidado, reconhecendo tudo à volta.
Sim. Eu vivo um dia de cada vez, mas, não como se fosse o último.
Não quero que seja o último.
Apenas vivo da melhor forma, tentando não atrapalhar ninguém.
Prefiro a limonada.
Queria ter apertado as bochechas miúdas do Quintana.
Gosto de música, de dança, de balé.
Gosto de marketing. Amo marketing.
Sim. Eu tenho amigos. Poucos, mas, muito amigos.
Sim. Eu elogio as pessoas. Gosto assim.
Prefiro o elogio. Mas, faço críticas construtivas.
Não sou de reclamar.
Quantas e quantas vezes chorei sozinha até não aguentar.
Aprendi a falar.
Estou fazendo televisão. Quem diria.
O apreço pelas palavras tem me ajudado.
Estou gostando disso também.
Sou uma mulher de quase quarenta.
Sou mãe. Amo minha cria.
E crio com o maior amor do mundo.
Tenho duas irmãs e um meio-irmão.
Que amo mais em palavras, atos e gestos do que em presença.
Infelizmente.
Acontece. Escrevo bem, mas, me revelo tímida.
Tem uma mulher especial na minha vida.
Filha de uma mulher ainda mais especial.
Sou matriarca, por conta delas. É natural.
Essa mulher é beleza, é exemplo, é força. É jovialidade.
Essa mulher é minha mãe.
Tenho um companheiro. Na mais completa interpretação da palavra.
Companheiro. Amor.
Tive um pai. Um lindo e amado pai.
Um dia perguntei a Deus, esse Deus que eu amo tanto, por que eu tive um pai.
Por que não o tenho mais.
Ele me deu um abraço e não respondeu. Prefere assim.
Tem coisas que não se explicam. Que se vive.
Dor é coisa que se vive. Não se explica.
Mas, amor também é coisa que se vive.
E é por isso que vivo cada dia. Não querendo que seja o último.
Mesmo sabendo que quanto mais próxima do último eu estiver, mais perto estarei dele de novo.
Ele sempre soube esperar.
Que abrem os olhos com cuidado, reconhecendo tudo à volta.
Sim. Eu vivo um dia de cada vez, mas, não como se fosse o último.
Não quero que seja o último.
Apenas vivo da melhor forma, tentando não atrapalhar ninguém.
Prefiro a limonada.
Queria ter apertado as bochechas miúdas do Quintana.
Gosto de música, de dança, de balé.
Gosto de marketing. Amo marketing.
Sim. Eu tenho amigos. Poucos, mas, muito amigos.
Sim. Eu elogio as pessoas. Gosto assim.
Prefiro o elogio. Mas, faço críticas construtivas.
Não sou de reclamar.
Quantas e quantas vezes chorei sozinha até não aguentar.
Aprendi a falar.
Estou fazendo televisão. Quem diria.
O apreço pelas palavras tem me ajudado.
Estou gostando disso também.
Sou uma mulher de quase quarenta.
Sou mãe. Amo minha cria.
E crio com o maior amor do mundo.
Tenho duas irmãs e um meio-irmão.
Que amo mais em palavras, atos e gestos do que em presença.
Infelizmente.
Acontece. Escrevo bem, mas, me revelo tímida.
Tem uma mulher especial na minha vida.
Filha de uma mulher ainda mais especial.
Sou matriarca, por conta delas. É natural.
Essa mulher é beleza, é exemplo, é força. É jovialidade.
Essa mulher é minha mãe.
Tenho um companheiro. Na mais completa interpretação da palavra.
Companheiro. Amor.
Tive um pai. Um lindo e amado pai.
Um dia perguntei a Deus, esse Deus que eu amo tanto, por que eu tive um pai.
Por que não o tenho mais.
Ele me deu um abraço e não respondeu. Prefere assim.
Tem coisas que não se explicam. Que se vive.
Dor é coisa que se vive. Não se explica.
Mas, amor também é coisa que se vive.
E é por isso que vivo cada dia. Não querendo que seja o último.
Mesmo sabendo que quanto mais próxima do último eu estiver, mais perto estarei dele de novo.
Ele sempre soube esperar.


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