A ressalva do amor são os amantes.
Os mesmos que não se permitem amar por inteiro.
segunda-feira, 26 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
O tempo.
Hoje, lembrando do meu pai mais uma vez,
Tive mais uma certeza sobre o tempo.
Esse tempo que, contado em minutos, horas e dias,
Já soma mais de três anos de ausência.
Esse que, dizem, é o melhor remédio.
Que cura.
Sozinha em minhas lembranças, concluí:
Esse tempo é remédio sim.
Tira a ansiedade. Não adianta querer lutar.
É anestésico. Porque a dor da ausência é tamanha que, por vezes, a gente nem consegue sentir.
Induz o sono, acalma a memória.
Ah! Quantas vezes eu adormeço nas minhas lembranças!
É. O tempo é remédio sim.
Só não cura.
Isso ele não faz.
Tive mais uma certeza sobre o tempo.
Esse tempo que, contado em minutos, horas e dias,
Já soma mais de três anos de ausência.
Esse que, dizem, é o melhor remédio.
Que cura.
Sozinha em minhas lembranças, concluí:
Esse tempo é remédio sim.
Tira a ansiedade. Não adianta querer lutar.
É anestésico. Porque a dor da ausência é tamanha que, por vezes, a gente nem consegue sentir.
Induz o sono, acalma a memória.
Ah! Quantas vezes eu adormeço nas minhas lembranças!
É. O tempo é remédio sim.
Só não cura.
Isso ele não faz.
domingo, 11 de março de 2012
Especiais. Lembradas ou não.
8 de março. Dia Internacional da Mulher
Porque, em todos os outros dias, elas são apenas especiais. Lembradas ou não.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Mulher
Deus já sabia o quanto elas seriam essenciais.
Sabia que elas deviam ser amadas e cuidadas.
Que precisavam disso.
E, de forma simbólica e sublime,
Ele as criou a partir de algo capaz de supri-las.
E não de uma forma qualquer.
Mas, do homem, da costela, do lado.
Porque é ao lado que eles caminham.
Juntos.
Porque a costela sustenta. Apruma.
Endireita.
E isso é bom para os dois.
Porque, assim, eles precisam delas.
E elas deles.
Ah, quem nunca pensou sobre o nascer da vida?
A vida só existe se um completar o outro.
A mulher não gera sozinha.
O homem não gera sozinho.
A ela foi dada a virtude de carregar em si todos os eles e elas futuros.
E, a ele, o dom de estar ao seu lado, cuidando, provendo. Ao lado.
quarta-feira, 7 de março de 2012
7 de março de 2007
Há cinco anos, numa manhã de sol em São Paulo, eu senti aquele frio pela primeira vez.
Como boa mineira, cutuquei a amiga que estava comigo: quem é? Está com a camisa da organização do evento e eu não o conheço. Você conhece?
Ela: ah, não acredito, Andrea! Nunca vi nem mais gordo nem mais magro. Mas, a gente pode descobrir.
Para mim, foi o primeiro olhar.
Para ele, não.
Confessou ter me fitado meses antes, num outro evento que fomos juntos. Mas, achou que ainda não era o momento de chegar.
Eu não o vi.
Talvez, porque eu tinha que ver e sentir aquele frio.
Voltando ao dia sete de março.
Naquela mesma noite, ele me olhou de novo.
Disse para mim que pensou: olha ela aí! De vestido de bolinha preto e branco e com presilha vermelha no cabelo? Preciso conhecer.
Daí para frente, me fitava todos os dias quando eu ia à empresa.
Disse que armava com uma colega que me atendia lá para que, sempre que eu chegasse, ela o avisasse.
E assim foi durante os dois meses seguintes.
Essa colega me revelou o segredo dele. E eu entrei na brincadeira.
Falava, olha lá o seu amigo de novo se exibindo!
A gente ria juntas.
Até que ele deixou um bilhete pra mim.
Com todos os contatos dele e “...”.
Não resisti.
Tinha que descobrir quem era aquele cara.
Saímos pela primeira vez. E estamos juntos até hoje.
Como boa mineira, cutuquei a amiga que estava comigo: quem é? Está com a camisa da organização do evento e eu não o conheço. Você conhece?
Ela: ah, não acredito, Andrea! Nunca vi nem mais gordo nem mais magro. Mas, a gente pode descobrir.
Para mim, foi o primeiro olhar.
Para ele, não.
Confessou ter me fitado meses antes, num outro evento que fomos juntos. Mas, achou que ainda não era o momento de chegar.
Eu não o vi.
Talvez, porque eu tinha que ver e sentir aquele frio.
Voltando ao dia sete de março.
Naquela mesma noite, ele me olhou de novo.
Disse para mim que pensou: olha ela aí! De vestido de bolinha preto e branco e com presilha vermelha no cabelo? Preciso conhecer.
Daí para frente, me fitava todos os dias quando eu ia à empresa.
Disse que armava com uma colega que me atendia lá para que, sempre que eu chegasse, ela o avisasse.
E assim foi durante os dois meses seguintes.
Essa colega me revelou o segredo dele. E eu entrei na brincadeira.
Falava, olha lá o seu amigo de novo se exibindo!
A gente ria juntas.
Até que ele deixou um bilhete pra mim.
Com todos os contatos dele e “...”.
Não resisti.
Tinha que descobrir quem era aquele cara.
Saímos pela primeira vez. E estamos juntos até hoje.
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