Estava vendo você dormir, filho.
Um sono bom.
Um sono justo.
Um sono inocente.
Quisera eu ter esse semblante ao dormir.
Quisera eu dormir inocente.
No vai-e-vem dos dias, muitos senões me tiram a inocência.
E, quando chega a noite, deito, cerro os olhos.
E não adormeço.
terça-feira, 1 de abril de 2008
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