Entre uma lágrima e outra, sorrio pra você.
Gosto de lembrar de você.
Gosto de lembrar de nós dois.
Não queria ter tido tempo pra te amar mais.
Não lamento.
Amei. E muito.
Desde pequena, cantei pra você:
"ô coisinha, tão munitinha do pai".
E, hoje, escrevo pra você.
Textos que nunca vai ler.
Mas que, prometo, quando te vir de novo, contarei, um a um, só pra você.
domingo, 25 de abril de 2010
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2 comentários:
Ah que lindo Andrea! Me emocionei! Beijos
Obrigada, Marcela! Volte sempre!
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