Outro dia me perguntaram por que eu escrevo.
“Seus textos têm verdade, têm sentimento”.
Escrevo por isso.
Porque tem sentimento e verdade dentro de mim.
Porque me entrego à poesia e à não-poesia da vida.
Porque quero fazer da não-poesia, poesia.
Escrevo porque amo.
Escrevo porque odeio.
Escrevo a insegurança e canto a certeza.
Escrevo às escuras pra revelar as verdades.
Escrevo pra ser clara.
Pra guiar o pensamento e não deixá-lo por aí, sozinho.
Vazio.
Escrevo pra ocupar a mente. E o tempo.
Não escrevo pra passar o tempo.
Escrevo para contá-lo diferente.
Escrevo com a alma.
Alma feminina, cheia de anseios, de verdades e de incertezas.
Escrevo a contradição e a paixão.
Porque a própria paixão é, senão, uma contradição.
Escrevo pra aliviar a alma e alimentar o coração.
Escrevo pra plantar frutos.
E pra colhê-los.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
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3 comentários:
Oie! que legal sua visita ao nosso blog. o seu é mto bacana..
continue escrevendo, escrevendo, escrevendo!
beijo
Moça!!
passei aqui e deixei um recado, mas deu erro na postagem e perdi tudo... Vamos ver se agora vai:
queria retribuir a visita e aproveito pra dizer que adorei os motivos pelos quais você escreve. É justo e bom que continue, sempre!
Beijão!
Olha, acho que já nos encontramos. Muito sinceramente. E acho que a identificação é bacana na sua vida, não por mim. Convivo numa boa com suas visitas e seus comentários, mas para o seu sujeito acho que tem uma consequência a anomia. Para pensar...seu blog é bonito e autobiográfico e a gente escreve para se sentir vivo. Um beijo! Bia
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