A gente ama. Desama. Pensa que ama. E ama de novo.
Às vezes, uma insegurança de amar faz pensar o amor.
Faz trair o próprio coração, faz sair de si, não ser fiel, esconder o sentimento.
Puro medo de amar demais. Medo de sentir demais.
Medo de viver sozinho um amor que é melhor de dois. De par.
De dormir, de acordar.
E o coração caminha por caminhos tortos, às vezes escuros.
Medroso, caído. Coitado!
Devia mesmo era viver o amor. A simplicidade de olhar, de brilhar, de chegar, de encostar.
De trocar. De "carinhar". De dizer segredos e escutá-los em mesmo tom.
De viver de amar. De viver. De amar.
terça-feira, 4 de março de 2008
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