- "Vou lavar a camisa pra você não se molhar em água fria."
- "Não precisa. Faço isso rapidinho."
- "Fica tranqüila. Fica quietinha, deitada e deixa comigo. Essa camisa nunca será tão bem lavada."
E não é que a camisa lavou, alva ficou. Com jeito, com cuidado, com zelo. Beirava a perfeição. Como tudo o que faz.
E no olhar e nos gestos tinha o mesmo cuidado. Aquele mesmo que zelava por mim naquela noite de resfriado.
Aquele mesmo que zela por mim em cada raiar de dia, em cada "Bom dia, Flor do dia!".
terça-feira, 4 de março de 2008
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